Biografia

O começo

Foi como uma grande brincadeira que tudo começou, no início dos anos 1990, nos happy hours promovidos pelos empregados do extinto Banco Nacional, em Brasília e nas "peladas" dos fins de semana, onde tudo acabava em samba. Job, funcionário da Nacional Seguros, e Oseias (Bill), funcionário do Banco Nacional comandavam a batucada, onde todos cantavam. Aliás, essa é uma das razões para o grupo se chamar Japonês no Samba. Como todos cantavam, mas nem todos tinham ritmo e afinação, volta e meia alguém atravessava o samba. Quando isso acontecia, sempre aparecia um engraçadinho para gritar: "Ih! Tem japonês no samba!" De happy hour em happy hour o grupo foi se organizando. Até que um dia, Marcos Antônio Lima, o Marcão, deu uma palhinha num dos happy hours e fez o maior sucesso. Finalmente, um cara que canta de verdade! Por sugestão de Bill, Marcão foi convidado para fazer parte do grupo, que desde então, está junto até hoje.

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A origem do nome

Marcão engajado, o grupo foi pedir autorização para cantar em um barzinho no Setor de Rádio e Televisão Sul, chamado San Thiago. Quando a proprietária do bar viu Bill e Job com esses olhos puxados, exclamou: "Mas eu nunca vi japonês tocar samba!". Pronto! O nome do grupo estava referendado. Claro que, naquela época, os japoneses ainda não tocavam samba como agora, o que, de certa forma atrapalhou um pouco o grupo, mas isso aí já é outra história. O fato é que a dona do bar gostou do som, os clientes também e o Japonês no Samba ficou, por vários meses, tocando, comendo e bebendo de graça no Bar San Thiago

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A influência musical

A influência musical do grupo vem dos grandes nomes do samba. João Nogueira, Paulinho da Viola, Beth Carvalho, Fundo de Quintal e outros fizeram a trilha sonora da infância de seus integrantes. No auge do pagode (meados dos anos 90), influenciados pelos grupos Razão Brasileira, Raça, Raça Negra, Só pra Contrariar, Só preto sem preconceito, Katinguelê, o grupo deu uma guinada nessa direção, mas com a queda desse estilo pagode, teve que se reciclar. Foram, então, buscar no baú, influência de Antônio Carlos & Jocafi, Djavan, Renato & Seus Blue Caps, Elvis e muito mais. Esta verdadeira salada musical enriqueceu o repertório do grupo, que deixou de ser uma banda só de samba e pagode. Hoje o Japonês no Samba toca de tudo: forró, axé, rock, MPB, Anos 60, 70 e 80. Ao gosto do freguês. 

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O repertório

O repertório é eclético. Vai do forró ao rock, do MPB ao Axé. Tudo depende do tipo de evento. O importante é entreter e divertir o público.
Veja uma relação prévia das músicas que a banda toca aqui.

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Mapa de Palco

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Lugares em que o grupo se apresentou

Ao longo desses anos todos, o grupo se apresentou nos mais diversos lugares. Do barzinho na cidade do interior a um show do projeto Temporadas Populares. Jantares-dançantes no clube de oficiais do Exército, festas juninas e muito mais. Abaixo alguns dos lugares onde o grupo já se apresentou: 

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